Sem dúvida é possível. Nas últimas décadas, tem ocorrido nos países mais desenvolvidos, com melhor sistema de saúde, uma queda progressiva na incidência de infarto do miocárdio. Isto se deve não só ao progresso verificado na abordagem diagnóstica como também no tratamento das doenças coronárias.
Além dos avanços tecnológicos e no surgimento de medicamentos que auxiliam na redução da progressão da aterosclerose coronária, responsável pelo infarto, vale ressaltar a importância do melhor conhecimento de medidas que modificam o estilo de vida das pessoas. Políticas de saúde pública que levam a um comportamento mais saudável das pessoas diante dos fatores de risco para o surgimento do infarto ou outras manifestações clínicas, têm papel fundamental na melhoria da qualidade de vida e na redução das mortes por essa doença.
Entre os fatores de risco que podem levar as pessoas a ter um infarto destacam-se:
A adoção de um estilo de vida saudável: alimentação adequada, quando necessário para redução de peso, atividade física regular e cessação do tabagismo auxiliam no controle dos outros fatores de risco, contribuindo para reduzir a chance de ocorrência do infarto do miocárdio.
O acompanhamento regular com o cardiologista, principalmente para as pessoas com história familiar de doenças crônicas como hipertensão arterial (pressão alta), diabetes, alteração do colesterol e obesidade, é importante para o diagnóstico precoce e tratamento adequado dessas doenças, que geralmente são assintomáticas, e a consequente prevenção do infarto.
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